Já não sei o que comer


Já não sei o que comer.

Quando a falta de energia, o ritmo de vida

e os sintomas digestivos transformam a alimentação num desafio.

Olá,

Partilho um pouco da experiência e a importância das Conversas de Alinhamento do projeto Ricas Life®, das últimas semanas.

São mais do que meros encontros espontâneos.

São mais do que momentos de partilha de uma história de vida – que exigem muitas vezes coragem para recuar a eventos marcantes.

Tenho observado abertura e curiosidade para compreender de que forma o estilo de vida influencia o bem-estar de cada pessoa.

E, a partir daí, escolher conscientemente o futuro que queremos cultivar.

Algumas pessoas despertam para a necessidade de alterações do seu estilo de vida, depois do corpo fornecer sucessivos sinais e tantas vezes negligenciados.

Outras mais atentas a alguns desequilíbrios de saúde digestiva e da qualidade do descanso buscam prevenir.

Outras há, que apesar do desconforto, dor e sofrimento, são mais resistentes à mudança de hábitos.

Será da idade? Falta de energia? Ou simplesmente ausência de confiança para começar?

Procuro observar as tendências para atitudes mais proativas ou reativas, conforme a energia disponível.

Nenhuma mudança sustentável começa sem energia.

Tal como acontece com um telemóvel quando a bateria está quase vazia, também nós funcionamos de forma diferente quando a energia é insuficiente.

Quanto a nós humanos,

tudo se resume a vitalidade,

e gestão de energia e do tempo disponível.

A motivação e a consciência são temas para outra “conversa”.

E, chegados a este ponto, a escolha do que comer, revela-se um grande desafio pessoal e com grande impacto em contexto familiar.

Quando alguém não tem energia, logo ao acordar, o mais certo é decidir por algo prático e rápido, sem pensar se é ou não benéfico para a sua condição de saúde e propósito.

Aqui as mulheres e mães de família têm uma carga emocional e responsabilidade acrescida, acumulada ao longo de anos.

Por isso, torna-se normal muitas vezes tomar o mesmo pequeno-almoço de janeiro a dezembro – quase em autogestão.

Aliás, como muitas outras rotinas diárias e semanais, associadas ao ritmo frenético do estilo de vida urbano.

Outros há que optam por saltar a refeição da manhã ou ingerindo apenas “água morna com limão” ou uma infusão – porque simplesmente leram ou ouviram falar que é benéfico.

Tenho encontrado e conversado com algumas pessoas interessadas em mudar hábitos alimentares, mas quase todas trazem uma dúvida persistente:

Mas o que devo comer ao pequeno-almoço?

Algo que me ajude a despertar com mais clareza e energia.

Se a torrada com manteiga e meia de leite, preparado em casa ou tomado no café, antes de entrar ao trabalho não é benéfico – qual é a melhor alternativa?

Posso substituir por uma refeição rica em fruta?

Devo investir numa refeição à base de proteína, por exemplo, ovos mexidos?

Ora, tudo depende da condição de saúde de cada um e dos seus propósitos.

Recorrendo à visão da Macrobiótica, iniciar o dia com um caldo de miso ou algo com sabor salgado +‘YANG’ pode fornecer alguma direção e foco. Enquanto, quando iniciamos o dia com “sabor doce” +‘YIN’ será um claro convite à dispersão mental.

Outra novidade é que também o pequeno-almoço necessita de presença – comer sentado e mastigar pausadamente e, sem ouvir as notícias do dia ou do trânsito. Assim como, deve ser adaptado às estações do ano.

Pessoalmente não forneço receitas, nem regras pré-estabelecidas, sem conhecer bem a história, os padrões emocionais, os sintomas, as eventuais intolerâncias e o propósito de cada pessoa.

Sem existir uma tomada de consciência dos riscos da ingestão continuada de determinados alimentos, não há motivação para a mudança, muito menos para tentar “novas receitas” e investir mais tempo e presença na primeira refeição do dia.

Assim, observo que nalguns casos é importante para além de conhecer a história, investir na recuperação da vitalidade, tanto quanto possível mediante formas simples.

E, após uma forma progressiva, investir numa transição alimentar de forma consciente e consistente.

Aqui a prática de chi kung terapêutico pode ser uma mais-valia, quase como uma prescrição de exercício físico moderado, mas com um efeito terapêutico específico.

Inclusive tenho alunos regulares nas aulas de chi kung terapêutico, que só mais tarde tomaram a decisão de fazer sessões de aconselhamento alimentar e de estilo de vida ou mesmo um percurso de orientação personalizado Ricas Life®.

Destas conversas, sessões e do ‘Workshop’ de Consciência Sazonal de Verão tenho registado:

— Cansaço persistente, como um dos sintomas mais frequente do verão;

— Dispersão e dificuldade de concentração;

— Comer demasiado rápido e excesso de informação ou estímulos exteriores;

Daqui surge uma clara recomendação para a importância do auto cuidado energético, uma alimentação verdadeiramente nutritiva e necessidade de reorganização da vida.

Por vezes começar o dia com uma auto massagem, pode fazer toda a diferença.

Recordo que nem toda a fadiga se resolve com descanso, ou um período de férias.

Quando o propósito é o bem-estar integral,

acredito que a verdadeira mudança

começa muito antes da escolha dos alimentos que colocamos no prato.

Um momento de presença para ti

A “pausa do verão” por vezes torna-se uma excelente oportunidade para fazer um balanço e mudar de rotinas, de ambiente e de contexto. Neste sentido, convido-te a fazer uma reflexão:

A minha vontade de mudança, surge do medo de algo?

Ou, numa intenção genuína de amor-próprio?

Ø Se sentires que este pode ser o teu momento, as Conversas de Alinhamento continuam disponíveis mediante agendamento ‘online’.

São gratuitas, têm a duração aproximada de 30 minutos e realizam-se ‘online’, através do Google Meet ou de videochamada WhatsApp, para que escolhas a forma mais adequada para ti.

👉 https://calendly.com/henriquericaslife/conversadealinhamento

Ø Deixo aqui também o convite para um ‘Workshop’ de Culinária Terapêutica Pós Verão, em data e local a designar nas próximas semanas. Devido ao número de vagas limitado – carece de prévia inscrição.

Se antes disso surgir alguma dúvida, basta responder a este e-mail.

Terei todo o gosto em conversar contigo.

E se, enquanto lias estas palavras, veio-te à mente alguém que possa estar a viver um momento de reorganização da vida, com desafios digestivos, oncológicos ou simplesmente à procura de um caminho mais consciente para cuidar de si, partilha esta newsletter.

Por vezes, um simples gesto pode ser o início de uma grande mudança na vida de alguém.

Seguimos, com presença.

Henrique Miguel Santos

RICAS LIFE® — Orientação e cultivo do bem-estar integral

Eu oriento e acompanho pessoas para o bem-estar integral, em momentos de reorganização da vida, através da alimentação natural, do movimento e de hábitos de bem-estar, com especial atenção aos desafios digestivos e oncológicos.

Nutre o corpo. Liberta a mente. Expande a consciência.

Há sempre um caminho. Há sempre uma esperança.

Nota de transparência: Os conteúdos do RICAS LIFE são escritos e revistos humanamente, podendo recorrer apenas a ferramentas de apoio linguístico e editorial.

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