Quando escolhemos o que colocamos no prato ... escolhemos o tipo de vida que queremos viver.
|
Quando escolhemos o que colocamos no prato, escolhemos o tipo de vida que queremos viver.Olá. Na última newsletter falámos sobre os 5 níveis de autonomia segundo o Imperador Amarelo — uma visão profunda sobre como cada pessoa pode aprender a cuidar-se, transformar-se e alinhar-se com a natureza. Hoje damos o primeiro passo prático desse caminho de autonomia: a alimentação como base da vitalidade, da clareza mental e da longevidade. Mas o que significa comer com sabedoria? Comer não é apenas ingerir micro e macronutrientes ou contar calorias. É regular energia, equilibrar órgãos, harmonizar emoções, fortalecer o sistema imunitário e preparar o corpo para envelhecer com dignidade — ou, pelo contrário, conduzi-lo ao desgaste e à exaustão. Na visão oriental, a alimentação é o “primeiro remédio”. E na voz do pai da medicina, Hipócrates, ecoa uma sabedoria intemporal: “Que o teu alimento seja o teu remédio.” Hoje, esta frase soa quase radical — não porque seja complexa, mas porque muitos perderam o contacto com o valor real da comida, das técnicas culinárias e do ato de nutrir o corpo com consciência. Na medicina moderna, continua a ser consensual que a alimentação tem o maior impacto na prevenção e na progressão da doença crónica. No entanto, são ainda poucos os profissionais disponíveis para orientar de forma preventiva e integrativa — sobretudo para quem vive um grande desafio de saúde. Para quem atravessa um desafio de saúde, como um quadro oncológico que atravessei, a alimentação torna-se um dos pilares mais acessíveis, seguros e transformadores. Mudar hábitos alimentares é para mim, o primeiro sinal de compromisso com a cura e com a transformação interior. Foi esse princípio que orientou o meu próprio processo, que me devolveu presença, equilíbrio e propósito. Entretanto pela minha observação e experiência identifico 3 perfis de pessoas que geralmente procuram transformação e 3 caminhos possíveis, mas o mesmo princípio: 1️⃣ Perfil Preventivo Quem pela maturidade da vida procura mais energia, leveza, clareza e alinhamento com um estilo de vida mais sustentável. ➡ Comer com sabedoria é reduzir o “ruído interno ou desequilíbrios pontuais” e criar foco para um novo ciclo de vida. 2️⃣ Perfil Terapêutico Quem vive um processo desafiante de saúde ou de recuperação — digestiva, metabólica, autoimune ou oncológica. ➡ Aqui, a alimentação atua como ferramenta terapêutica: modula a inflamação, digestão, imunidade e energia. 3️⃣ Perfil Consciente Quem deseja longevidade funcional, mobilidade, memória e autonomia. ➡ A alimentação torna-se o elo entre viver mais e viver melhor. Acredito que ainda existe um 4º perfil de pessoas com uma atitude neutra, mas com um elevado espírito de descoberta e curiosidade, de como a alimentação influencia o bem-estar. Mas independentemente do perfil, existe um princípio que é o coração deste caminho: Comer para nutrir. Comer para ganhar vida, não para a perder. Algo que observo repetidamente — em mim e nas pessoas que acompanhamento — é como o corpo responde rapidamente a escolhas alimentares conscientes. O Sangue renova-se — e nós também. Na tradição da alimentação natural e segundo a experiência clínica de diversas correntes integrativas, a qualidade do plasma sanguíneo pode ser renovada em aproximadamente 10 dias, quando alimentado com padrões adequados às necessidades biológicas da pessoa. Natural, aqui, significa: A teoria é simples. A prática, delicada. E por isso requer estudo, orientação e um caminho consistente — como o que encontrei na filosofia macrobiótica e que hoje coloco ao serviço. Aqui estão os 5 Fundamentos da Alimentação que Transforma, que mudaram a minha vida — e que hoje uso para orientar outras pessoas: 1. Prioriza alimentos verdadeiros. 2. Reduz o que te inflama, pesa ou desregula. 3. Procura equilíbrio térmico. 4. Come com presença. 5. Nutre também as emoções. A Proposta da Semana — Pequena Mudança, Grande Impacto Todos os caminhos de autonomia começam com passos simples e conscientes. Esta semana proponho-te uma mudança acessível e profundamente reguladora: Substituir o sal refinado por sal marinho integral (artesanal ou flor de sal natural) como a opção mais viável para uso culinário regular. Porquê?
Como começar? Acredita que o teu corpo agradece. E tu, já escolheste a vida de que queres viver? Num ciclo de 0 a 5 — como classificas a tua autonomia alimentar neste momento? Qual a tua intenção real para este novo ciclo ou fase da tua vida? Que caminho de transformação queres seguir? Qual o perfil com que te identificas mais? Queres aprender a desenvolver mais autonomia alimentar? Se quiseres partilhar, basta responder a este e-mail. Eu leio e respondo pessoalmente. Se ainda não o fizeste, subscreve aqui → ricaslife.kit.com para receber os próximos conteúdos da Newsletter RICAS LIFE. Com sabedoria, equilíbrio e leveza, P.S. – Guarda este novo endereço de e-mail para todo o tipo de comunicações, relacionadas com pedidos de informação, consultas, aulas, workshops e retiros. Bem-haja. |